Uma crise profunda nas Letras

A crise das letras provém de um desnorte social e cultural, pois não deve apelidar-se de civilizado nem culto um país, um povo que não estuda nem investiga a filosofia antiga, a poesia renascentista, a arte maneirista, a literatura latina, os livros de viagens e a história da língua, a crítica textual, as epopeias e os textos historiográficos.
Se adicionarmos a estes factores um poder político tolhido pela gestão do défice que ignora o que de mais denso e estruturante existe na nossa memória colectiva, podemos firmemente afirmar que a nossa civilização, tal como a conhecemos, está a enveredar por um caminho desconhecido e perigoso que ameaça a sua perpetuação. (O Amigo do Povo)

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